O que sempre fica claro pras pessoas que me conhecem pela internet é o meu interesse por cinema, música, séries de TV, e tudo. Mas pouca gente sabe de uma das minhas grandes paixões. O tênis.

Pouca gente sabe, porque pouca gente conhece e/ou acompanha, daí fica difícil virar assunto, né? Mas pode ter qualquer torneio passando na televisão, que lá está Mariana na frente, com olhinhos vidrados na bolinha amarela que vai e vem.

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Começou dois anos atrás, quando passando férias em Fortaleza, parei pra ver uma final de Grand Slam. Nunca vou esquecer! US Open, 2006, Federer x Roddick. Nessa época eu achava o suíço metido por ser número um do mundo e não gostava dele. Torci pelo Andy até o último serviço. Não adiantou. Mais tarde eu descobriria que o americano é um dos maiores fregueses de Roger Federer.

Nesse ano não vi mais muita coisa, até o ano seguinte, novamente no US Open. Dessa vez, vi o torneio quase todo. E me vi torcendo na final contra o suíço novamente, e vibrando a cada ponto que um tal de Djokovic fazia. Cara nova, fôlego de garoto, mas não adiantou. Deu Federer de novo.

Eu não me lembro muito bem quando, mas as jogadas geniais, os pontos bem executados, os “ooohh!” dos espectadores me ganharam. Finalmente me rendi. E o número um do mundo ganhou mais uma fã.

Muitos brasileiros só se renderam à bolinha pequena, por causa de nosso grande, Gustavo Kuerten, mas eu vim meio depois disso, e são os europeus que colocaram essa paixão no meu coração. Mas não deixei de ficar com o coração na mão no último jogo de Guga em terra brasilis.

Tem gente que acha sem graça, complicado (é serviço, game, set, vantagem), muito longo (alguns jogos chegam a mais de 5 horas.) cheio de gente com nome difícil (Davydenko, Youznhy, Ancic, quem é essa gente?). Mas pra mim, não há esporte mais emocionante. Nada como um voleio bem executado, uma subida na rede na hora certa, uma quebra de serviço que define um jogo inteiro. E é um jogo de cavalheiros, de uma classe inigualável.

Lembra do Djokovic? Pois é, o sérvio virou fenômeno depois de tirar sarro de outros tenistas na quadra. E esse ano já ganhou Australian Open, somou pontos importantes, é #3 do mundo, e cada vez mais ameaçador ao número 2, Rafael Nadal. E deixou Mariana divididíssima na última semi-final contra o Roger.

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Tênis é apaixonante. E quem quiser entrar nessa da bolinha amarela, tem o prato cheio. Essa temporada está imperdível e mais disputada do que nunca. E esse ano ainda tem Wimbledon, Roland Garros, e US Open. Que, com certeza, vai me dar mais uma final daquelas.

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Nessa nossa vida moderna a gente convive com certas coisas que já estamos acostumados, por que foi nesse mundo que nós crescemos, e não damos a mínima, mas se você parar pra pensar, é o pior absurdo. Por exemplo, a vida em condomínio.

Pare pra pensar. É uma caixa alta e retangular, com vários compartimentos menores, onde pessoas que nunca se conheceram antes dividem um espaço separado apenas por uma parede.

Por uma questão de espaço e economia, essas tantas pessoas dividem o porteiro, a garagem, o corredor, o portão da frente, o elevador, o salão de festas, e outras tantas coisinhas, como por exemplo, suas vidas inteirinhas.

Por que, vamos falar de privacidade. Ela não existe na vida condominial. (eu já vi esse termo esdrúxulo numa circular no elevador, acredita? )Eu não posso acordar no sábado pra colocar o lixo pra fora, e sair no corredor com meu pijama rosa e toda descabelada, por que pode ter alguém no corredor e me flagrar nesse momento um tanto desconfortável.

Essa fina parede que ainda separa os vizinhos não é de muita serventia quando seus eles resolvem brigar, por exemplo. Meu vizinho do lado, eu conheço mais do que gente que eu vejo todo dia. Sei várias coisas, sei que ele é corinthiano. E barulhento. Sei que não vai com a cara da sogra (já escutei várias discussões sobre a véia.) Sei que chega depois das 7 (quando eu chego, a correspondência ainda tá no batente da porta, fora o barulho absurdo que a porta dele faz.) e várias outras minúscias da vida alheia. Mas não sei nome, sobrenome, daonde veio e por onde vai.

Me pergunto o que eu entrego nos meus pequenos hábitos.

Essa semana irei mudar de apartamento, pra um andar acima (ah, a vida do aluguel.) Meu vizinho do lado, se tornará o de baixo. Espero que ainda dê pra escutar quando for gol do timão mesmo quando eu não tiver afim de ver o jogo.

Curtas:

Ontem o blog completou um aninho de idade. Lindo, não? Eu nunca fiz um ano com blog antes. Por mais que eu blogue desde 2005. Enfim, obrigada pelas 2,165 visitas e pelos 106 comentários.

Ainda estamos no verão, certo? Temperatura atual em São Paulo: 17°. Nice.

Dica da Cinéfila: Assistam o filme que deveria ter concorrido e ganho todos os Oscars possíveis: Na Natureza Selvagem (Into The Wild). Sean Penn (roteirista, diretor e produtor) é um gênio. Se não der pra ver o filme, escutem a trilha de originais do Eddie Vedder. Tudo finíssimo.

Nem reparem nesse post. Ele tá aqui só da necessidade que eu tenho de postar textos inteiros que eu escrevo.
Foi uma noite não muito legal, só isso.

Reparem no layout e nome novo, que eu mudei de novo. eu gostei.

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Hoje queria escrever uma carta de amor. Mas amor não é o que eu sinto. Também não é ódio, raiva, pena. Hoje eu queria sentir alguma coisa diferente, e não consigo.

Tenho muitas coisas que um dia eu já pedi com tanta vontade, mas nenhuma delas me conforta agora.

Decepção. Comigo. Com os outros. Tristeza pela decepção que vejo nos olhos dos outros. Decepção não anunciada, mascarada. Mas que grita bem alto toda vez que tem alguma chance.

Grito que só eu escuto, que me chamariam de louca se falasse sobre ele.

E o sentimento é só meu pra carregar. sozinha.

Sem carta de amor, sem suspiros. Só as letras pra levarem minhas lágrimas embora.

Só as letras calam o grito.

Não se procupem comigo. Estou em mayer-therapy, e muito melhor do que a uma hora atrás.

Repararam que esse blog nem desejou feliz natal e ano novo pra ninguém, nem avisou que ia viajar em férias, nada? é meu amigo… “você vai morrer, e não vai pro céu//é bom aprender, a vida é cruel.” Não eu nem sou tão má assim, é pq acesso a internet não é fácil e a memória não funciona. Mas Feliz 2008 pra todos. A seguir, quem fica na estrada, olha pro mato, e pra cima.

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Parece algodão. A gente aprende que são moléculas que se agrupam e tudo, mas dá vontade de tocar. Ver se desmancha na mão da gente.

Há quem goste mais do céu sem elas. Mas pra mim é como TV preto e branco. Tem seu charme, mas não tem graça.

Você olha e pode ser qualquer coisa.

Dois guerreiros em batalha. A lembrança de um desenho antigo. Uma distorção de um quadro famoso. Um navio pirata atravessando o oceano azul.

E ás vezes ela se juntam e mudam de cor.

E o céu chora.

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Ah, o Natal. Uma época tão linda em que todos querem espalhar o amor e a fraternidade por todos os lados. E mesmo para aqueles que estão longe, as festividades cabem dentro de um envelope.

E que democrático é o espaço de uma agência dos correios. Se você precisa do serviço postal, é lá que você vai. Rico ou pobre, branco ou negro. Quanto você paga pelo serviço também não importa, isso não vai te diferenciar lá dentro (o prazo em que sua encomenda vai ser entregue isso sim, talvez.).

Que lugar maravilhoso… Mas no quase-verão de 30 e tantos graus da cidade de São Paulo, a máquina de senhas (aquela pra não ter fila) da agência quebra. E a fila única se torna o “pesadelo da dança das cadeiras”. (duas filas de cadeiras, a fila dos correios é única, e as pessoas querem sentar, em vez de andar, elas vão pulando de cadeira em cadeira, não é lindo?). E aí você começa a prestar atenção em campanhas publicitárias ridículas, tais como: “Emocione quem você ama, mande aerograma” É pra ser brega assim mesmo?

Depois de 40 minutos de espera, eis que aparecem elas, as “prioridades”. Idosos, grávidas mulheres com crianças de colo brotam por todos os lados. (Até uma que tava com um garoto de tipo, uns 3 anos pegou o menino no colo, só pra passar na frente. Criança de colo? Eu chamo de cara de pau.) Dá vontade de seqüestrar o primeiro velhinho que passar na rua.

Mas o esforço vale para espalhar o espírito do Natal pelo mundo todo.

Próxima parada: farmácia. (ah, não! Lá sim é o paraíso dos idosos e crianças de colo.).

mudei o visual do blog. de novo. Sabe como é, ano novo, vida nova, layout novo. agora eu estou realmente satisfeita.

Eu sabia que nosso encontro aconteceria. Por mais que eu negasse, por muito tempo, e tinha esperanças que esse momento nunca chegasse. Mas chegou. Ela chegou. Apareceu uma barata no meu apartamento. Ontem à noite, eu entro no banheiro para meu banho pré-sono, e lá está ela. De costas pra mim, a metida, como se não notasse minha presença. Passei uns bons 5 segundos ali, paralisada, pelo momento que achei que nunca chegaria.

(pausa no momento poético, as luzes se ascendem para uma breve explicação.) Na minha antiga casa, enfim, era casa, e lá na minha querida cidade, no meu bairro, como não cresceu tudo que tinha pra crescer tem muito terreno cheio de mato perto, consequentemente, minha antiga casa sempre tinha barata, e elas sempre adoraram meu quarto, sabe? Mas desse jeito, quando aparecia esse inquilino não desejado, eu ia dormir n quarto do meu irmão, que era em cima e bichinhos-free. Mas aqui, eu estou sozinha, e o banheiro fica a alguns passos do meu quarto, então, por favor, simpatize com a minha causa. (volta do momento poético)

Posso culpar a diarista, por ter deixado o ralo do banheiro aberto, tornando-se assim uma porta aberta e convidativa à minha casa. Mas a culpa também é minha de não ter reparado o ralo antes da tal visita. Mas como já disse antes, achei que ela nunca viria. Minha casa limpinha, passados 10 meses (!!!!) por que ela apareceria justo agora? Deveria ter antecipado sua visita desde que apareceram as formiguinhas na pia da cozinha. Mas a negação me cegou, e nem veneno spray eu tinha preparado para o momento. Restava-me o chinelo. E lógico que eu errei e ela correu praqueles cantinhos que não pode ser atingida.

Elas sempre aparecem à noite, né? Quando está escuro, e tenebroso, e você nem pode correr pro supermercado. O que eu fiz? Tranquei a porta do banheiro, pus um tapete pra vedar, coloquei desinfetante bactericida no batente, por achar aquilo o mais próximo de qualquer repelente. E fui dormir, na espera de que no dia seguinte, depois da prova de antropologia e de uma visita ao supermercado, ela estaria lá para nossa batalha final.

(pausa para a neurótica dona de casa com pitada filosófica) Como veneno é caro, né? O mais barato que eu achei era 6 reais, 6!!!! E tinha até de 11 lá. É mais barato oferecer almoço do que tentar matar. E as pessoas ainda se dão tanto trabalho para odiar as outras. Só não me peça para amar as baratas. (voltando a narrativa épica…).

Abro a porta cuidadosamente vedada, e começo a procurar, com minha arma em punho. E juro que quando pensei em escrever minha epopéia contra os bichinhos, pensei em exaltar a capacidade deles de nos assustar mesmo tanto sendo tão inferiores. Mas a estúpida tava presa no cesto de lixo, e fez barulhinho se entregando ainda por cima! Morreu com uma generosa vaporizada de veneno na cara. Eu não tenho pena, sabe? Quero ver agora ela convidar as amiguinhas pra uma visita coletiva. Humpf.

bloguinho, bloguinho meu, existe escritora mais esdrúxula do que eu? (queridos leitores, fiquem a vontade nos comentários para partilhar seus textos igualmente toscos e me provar errada)

Vôo 3722, embarque portão 4.

Pouco movimento. Cheguei cedo. Fico lendo as aventuras do Sr. Mário Prata, no livro de historinhas curtas, escolhido a dedo para a ocasião em que se é constantemente interrompido. Pessoas falam alto demais no celular. As cadeiras vão sumindo conforme chega a hora do embarque.

“Senhores passageiros, informamos que devido ao reposicionamento de aeronaves no pátio, seu portão de embarque mudou para o portão de número 2”.

Mudança esperada. Congonhas, movimentado dia de chuva, feriado. Ia mudar, pelo menos uma vez. E lá vai a procissão de clientes, já acostumados a serem feitos de marionetes. Eu sigo o fluxo. Me sento, mas nem abro mais o livro do Prata novamente, por que sei que os acontecimentos a seguir não me permitirão concentração nem para uma crônica. Só observo o movimento. A criança que faz careta pra foto.

“Senhores passageiros, informamos que devido ao reposicionamento de aeronaves no pátio, seu portão de embarque mudou para o portão de número 1”.

Agora, já não estão mais tão conformados como na mudança anterior. Sento-me novamente. Reconheço uma antiga coordenadora da escola em que eu estudava na 6ª série. Ela vinha arrastando o pé pelo corredor que dava pra escutar de longe. Chegava à sala e desligava o ventilador de teto, e fazia tudo com pressa. Morgana, as pessoas brincavam por ter nome de bruxa. Continua esbaforida.

“Senhores passageiros, informamos que seu embarque foi iniciado pelo portão de número 2”.

“aaaaaaaaaaaaaahhhh”

Estão abusando das marionetes. O brasileiro ri, como se já fosse o padrão pra esse tipo de situação. Ri, por que é feito de palhaço. Então no avião, o sorriso que me dão ao dizer: “boa tarde” é falso. Mais padronização. Assento 13D. Temia que fosse aqueles na saída de emergência, em que a poltrona não reclina. Mas não, o meu é na segunda fila da saída de emergência, com espaço a mais na frente e reclinável! Uma criança chora sem parar. E eu fui atingida pelo pedaço de lâmpada individual, que o casal (a parte feminina dele) tentava movimentar. Aaaaaah, nenhum vôo é perfeito.

Numa agradável manhã de quinta feira, que é feriado, o clima é friozinho, tem uma chuva caindo, e a última coisa que você quer é sair de debaixo das cobertas da sua cama. Nessas circunstâncias, tem coisa mais feliz do que ser acordado por uma britadeira que ecoa na rua atrás do prédio? (E, pô, no feriado? Se pra mim é ruim, imagina pro cara que tá trabalhando hoje!).

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Este blog está indo pro litoral (nordestino, não paulista!por que eu acho que só vai chover por aqui…) vê se pega uma corzinha! Volta depois do feriado, se assim o Sr. Caos Aéreo deixar.

Agora eu vou enfrentar uma das mais agradáveis experiências do nosso país ultimamente: estar no aeroporto. Espero que pelo caminho eu encontre pessoas de hábitos muito estranhos pra me dar idéia do que escrever no próximo post! Até a próxima.

Não, você não entrou no blog errado. Mudei de nome, por que apesar da “quarter Life crisis” ainda estar na minha vida, o blog não fala disso faz tempo. E mudei o template por eu tava enjoada do outro mesmo.

Então, né, faz tempo que eu não posto no blog, e quando isso acontece, eu fico logo inquieta, daí ligo as minhas anteninhas, por que sei que qualquer coisa com um pingo de singularidade é um texto em potencial. Tudo que aparece me dá idéia, e eu já penso no que eu poderia escrever. Mas aí eu não escrevo…Preguiça, falta de tempo, ter que fazer a legenda pro último episódio do The Office, tudo é desculpa. Aí eu não escrevo. Mas o “quase” fica lá. E hoje é com ele que vocês vão se contentar. Os pedaços de “quase-textos” que me rondam a cabeça. (com comentários, por que fica mais divertido!)

Besteira-o-matic.

Esse aí eu pensei faz tempo, por que, bom…as pessoas que estudam comigo vão entender.

Comentários inteligentes????? Quem precisa deles? Chegou o BESTEIRA-O-MATIC!!!!! Ele (a) que vai processar qualquer coisa que o professor disser, passar pelo seu intrínseco sistema cerebral, e devolver comentários idiotas e mal baseados! A piooor baboseira que você já ouviu. E faz isso em tons de voz infinitamente agudos e com problemas de transmissão (leia-se “fanho”) para o seu maior deleite! E o melhor: nem precisa adquirir! Vem de graça numa sala de aula perto de você!!!

Mais exclamações, etc. Era pra ser bem tabajara mesmo.

Bancos

Inspirado pelas inspiradas propagandas bancárias.

Pra mim banco é uma coisa prática. As pessoas abrem conta simplesmente por que conta corrente é uma maravilha da vida moderna, que elas têm que utilizar pra receber salário, essas coisas, além de deixar de guardar dinheiro embaixo do colchão. Então por que a briga publicitária entre as agências bancárias pra dizer que o banco deles “inspira você”? Apóia o “desenvolvimento sustentável”, “uso consciente do crédito”, essas coisas? Eu abri conta em certo banco por que tem agência perto da minha casa, ou por que meus pais também têm conta lá, enfim. Simples assim. (opa, peraí, isso é outro slogan…). Não foi por que o banco foi “feito pra mim”, ou por que “faz mais que o possível”.

Alguma coisa Acontece no meu coração.

Nesse eu ia falar de como São Paulo tem as coisas que são só aqui, focando na língua, expressões, etc. Por que o pessoal pega muito no pé quando eu falo expressões “não-locais” e vice e versa…eu ia postar junto com a foto que a Dea tirou da Paulista lá do último andar do prédio do Sesc. Mas esse texto eu quero realmente desenvolver, então fiquem só com o título e aguardem, tá?

Mariana e a 1ª Mostra Internacional de Cinema

Não, você não leu errado, e eu não esqueci 3 nenhum. A mostra está na 31ª edição, mas é a primeira vez que eu pus os pés nela, então pra mim é primeira.

Aqui eu ia contar todas minhas peripécias na mostra, filmes cancelados, sessões esgotadas, a aventura por Bernal na FAAP, e como dos 7 filmes que planejei ver, acabei vendo só 2.


A Melhor Banda de Todos os Tempos

Essa aqui, tinha atá arquivo no word, não é lindo?

As músicas mais tocadas: “Baby Come Back”, “Stand By Me”, com ano de lançamento: 2007. O que há de errado na afirmação anterior? Simples! Não seriam esses grandes sucessos de, não sei, décadas atrás? E os interpretes? Nem são os mesmos, “novos talentos” andam re-gravando antigos sucessos e muitas vezes fazendo novas versões, que, bem, não exatamente fazem jus aos seus antecessores.

Têm alguns que são só títulos:

Capitão Nascimento, O Jack Bauer brasileiro.

Tive a idéia depois de ver o “Tropa”, claro, e ia falar de violência, e como os dois “senhores violência” tem coisas em comum.

Começa Pelo Fim

Esse era o título pra minha crítica pro “O Passado”, o filme do Babenco-Babaca. Mas isso provavelmente vai ser meu post de sexta no “Dia de Arte”, então, dêem uma olhada lá, tá?

E assim, o “quase” virou um “todo”. Até a próxima!

Esperar é tão chato, né? Principalmente pra entrevistas de emprego, ah, aí é péssimo. Por que pode ser que dê certo. Ou não. Pode ser que vá mudar sua vida. Ou não. Por mais que não seja na sua área, é pra dar umas aulinhas de inglês, mas tudo bem, tá valendo.

Daí você ta lá, sozinho, na salinha que te colocaram. Daí você olha… Dá uma reparada na decoração. Você lê num quadrinho que “A basílica de Guadalupe no México é um dos pontos de peregrinação mais visitados no Mundo”. Daí você se arrepende de não ter levado o livro de antropologia. Que era pequeninho, cabia na bolsa, e era uma mão na roda pra passar o tempo. Daí você procura o que fazer. Acha o mp3 e aproveita pra pontuar as coisas que você vai usar na reportagem de rádio da entrevista que você gravou. Aí você repara como sua voz é feia no gravador. Enfim.

Chega alguém, daí você dá boa tarde, a pessoa senta e fica aquela coisa distante. A gente é tão besta né?

Aí você termina de escrever o ‘off’ da matéria, e guarda o bloquinho e a velha bic. Olha pro teto. Olha pro chão. Repara de novo na decoração… peculiar da sala. Aí você lê de novo que “A basílica de Guadalupe no México é um dos pontos de peregrinação mais visitados no Mundo”. Chega outra pessoa. Essa nem boa tarde deu.

Aí é aquela coisa, do teto pro chão, passando pela parede, com a frase da basílica de Guadalupe e tal, volta pro chão, repara que seu sapato ta velho. Olha pra televisão deligada e se arrepende por ter dito não quando perguntaram se era pra ligar.É por que você não achou que ia demorar. Tanto.

Aí você nota quão peculiar é a situação e começa a achar que esse seria um bom texto pra por no blog. É, até que a idéia não é ruim. Daí você vai, abre a bolsa, tira o bloquinho, a bic, e… opa peraí que a coordenadora chegou, e vai levar a gente pra seleção. É, o texto nem ia ficar bom mesmo.