Senhores Passageiros…
Vôo 3722, embarque portão 4.
Pouco movimento. Cheguei cedo. Fico lendo as aventuras do Sr. Mário Prata, no livro de historinhas curtas, escolhido a dedo para a ocasião em que se é constantemente interrompido. Pessoas falam alto demais no celular. As cadeiras vão sumindo conforme chega a hora do embarque.
“Senhores passageiros, informamos que devido ao reposicionamento de aeronaves no pátio, seu portão de embarque mudou para o portão de número 2”.
Mudança esperada. Congonhas, movimentado dia de chuva, feriado. Ia mudar, pelo menos uma vez. E lá vai a procissão de clientes, já acostumados a serem feitos de marionetes. Eu sigo o fluxo. Me sento, mas nem abro mais o livro do Prata novamente, por que sei que os acontecimentos a seguir não me permitirão concentração nem para uma crônica. Só observo o movimento. A criança que faz careta pra foto.
“Senhores passageiros, informamos que devido ao reposicionamento de aeronaves no pátio, seu portão de embarque mudou para o portão de número 1”.
Agora, já não estão mais tão conformados como na mudança anterior. Sento-me novamente. Reconheço uma antiga coordenadora da escola em que eu estudava na 6ª série. Ela vinha arrastando o pé pelo corredor que dava pra escutar de longe. Chegava à sala e desligava o ventilador de teto, e fazia tudo com pressa. Morgana, as pessoas brincavam por ter nome de bruxa. Continua esbaforida.
“Senhores passageiros, informamos que seu embarque foi iniciado pelo portão de número 2”.
“aaaaaaaaaaaaaahhhh”
Estão abusando das marionetes. O brasileiro ri, como se já fosse o padrão pra esse tipo de situação. Ri, por que é feito de palhaço. Então no avião, o sorriso que me dão ao dizer: “boa tarde” é falso. Mais padronização. Assento 13D. Temia que fosse aqueles na saída de emergência, em que a poltrona não reclina. Mas não, o meu é na segunda fila da saída de emergência, com espaço a mais na frente e reclinável! Uma criança chora sem parar. E eu fui atingida pelo pedaço de lâmpada individual, que o casal (a parte feminina dele) tentava movimentar. Aaaaaah, nenhum vôo é perfeito.

A situação dos aeroportos realmente não é motivo de riso Mary, mas ser “atingida pelo pedaço de lâmpada individual” é sim…rsrrs
Espero que tenha pelo menos aproveitado a Ilha…hehe
Beijos
Agora imagine passar por tudo isso com um pavor tremendo de voar. Eu. hahahaha!
não te deixam entrar com uma inocente tesourinha de unha, mas bebês barulhentos e incomodativos tem acesso livre. absurdo!
humpf!
Olha quem está comentando!
Assim, avise-os que antes de avisarem-te de qlqr mudança, que ao menos tenham certeza do que estão dizendo. Pq, se nós jornalistas, mudamos de opinião, ou falamso algo sem ter certeza, viramos o Cristo na cruz, com direito a choques e toda esse “modernidade tecnológica” dos dias de hoje e amanhã. Agora eles não, eles só estão em crise identidade doméstica. Hunfh.
Esse seus posts cotideanos me lembraram os meus, da época do meu fotolog, em que eu escrevia algo divertido. Vou procurar por aqui, e te mando alguns links.rs
http://www.fotolog.com/dearness/13568203
(o melhor ainda são os comentários.rs)
http://www.fotolog.com/dearness/13661667
http://www.fotolog.com/dearness/13952752
(esse é o piooorr! hahaha E p/ esclarecer, meus amigos me chamavam de poste as vezes e tinha rompido o ligamento do dedinho do pé.rs)
http://www.fotolog.com/dearness/14106828
(esse é triste, mas é bacana…)
http://www.fotolog.com/dearness/14381455
(um pouco da revolta com o colégio)
Tá, chega! Já deu p/ vc se sentir menos sozinha no mundo, né? Ou ao menos, “nossa, como eu sou normal!”. rs Depois acho mais!
Beijos!
Maas, AH!
Quê frescura de moderação é essa?!
Olha quem está comentando!
(Novembro 28, 2007 em 5:24 pm )
Assim, avise-os que antes de avisarem-te de qlqr mudança, que ao menos tenham certeza do que estão dizendo. Pq, se nós jornalistas, mudamos de opinião, ou falamso algo sem ter certeza, viramos o Cristo na cruz, com direito a choques e toda essa “modernidade tecnológica” dos dias de hoje e amanhã. Agora, eles não. Só estão em crise identidade doméstica. Hunfh.
Esse seus posts cotidianos me lembraram os meus, da época do meu fotolog, em que eu escrevia algo divertido. Vou procurar por aqui, e te mando alguns links.rs
Talvez vc se senta menos sozinha no mundo. Ou ao menos, “nossa, como eu sou normal!”. rs Beijos!
Menina chata essa de cima. Nem vou comentar, perdi a vontade,
Hum, mas parece q ia dizer algo. Vírgulas não terminam frases…
é verdade,não terminam,